Realidade aumentada vai mudar tudo

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Qua, 30 Set – 14h32

Realidade aumentada vai mudar tudo

Por Rafael Cabral e Tatiana de Mello Dias

São Paulo (AE) – O mundo real não será mais o mesmo. Pode apostar. Ainda que a realidade aumentada possa soar distante para você, várias empresas e institutos de todo o mundo começaram uma corrida silenciosa para ocupar o espaço virtual do mundo real.

O desenvolvedor japonês Taisei Tanaka sintetizou ao Link a experiência: “Fiquei muito empolgado quando vi meu personagem virtual pela primeira vez”. Sua empresa, Geisha Tokyo Entertainment, criou a ARis, boneca virtual em estilo mangá que tira a roupa conforme o usuário mostra ícones para a webcam. Essa tecnologia também já vem sendo usada no Brasil. A câmera lê os códigos QR (os ícones que você vê espalhados por essa edição) e faz que objetos virtuais, vídeos, sons ou qualquer outra coisa apareça na tela.

A tecnologia começou a se popularizar devido ao barateamento das webcams. E a novidade foi logo descoberta pelo mercado publicitário, que usa a realidade aumentada para chamar atenção. Mas a tecnologia vai muito além da criação de objetos virtuais disparados por códigos. Suas aplicações são infinitas – e, não é exagero dizer, são também revolucionárias.

Uma aplicação óbvia é nos games – além da criação de personagens virtuais, como a ARis. “Hoje as crianças estão coladas na tela, seja no computador ou no celular. A realidade aumentada pode mudar isso, incorporando elementos dos games para a realidade e criando playgrounds como há 30 anos”, diz Tobias Kammann, do site Augmented.

A tecnologia de “leitura” também está se sofisticando. Softwares já conseguem reconhecer lugares, objetos e rostos. E a experiência imersiva muda completamente quando a câmera que está no computador vai para o nosso próprio campo de visão – com óculos, capacetes ou smartphones.

Para Dan Gärdenfors, que desenvolveu o aplicativo para celular Augmented ID, a tecnologia “terá um grande impacto na maneira como as pessoas irão usar as tecnologias móveis”. Ele crê que o uso da realidade aumentada móvel irá se popularizar pois só requer três coisas que já estão por aí: celulares poderosos, conexões rápidas e taxas baixas de tráfego de dados.

A criação de browsers e aplicativos que leem a realidade é o próximo passo. Você poderá, por exemplo, apontar o celular para alguém e ver seu perfil no Facebook. Ou passar por um cartaz de um show e ouvir uma música. “Quando você vir alguma coisa interessante e quiser saber mais, não precisará mais pensar em uma frase para buscar online. Bastará apontar o celular”, diz Gärdenfors. Não há limites para as possibilidades.

Fonte: Yahoo!

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